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Mais recursos chegaram à média e alta complexidade, mas leitos, profissionais e exames ainda são pontos críticos no SUS potiguar. 🏥

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🏥 Em quatro anos, os recursos federais para média e alta complexidade no Rio Grande do Norte cresceram 120%. O valor passou de R$ 425,31 milhões, em 2022, para R$ 938,09 milhões, em 2025. Mas a rede ainda enfrenta gargalos. 🧵

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Os dados foram levantados pela Sesap/RN e consideram recursos da assistência hospitalar e ambulatorial, além de superávits financeiros incorporados ao orçamento. No período, o estado efetivamente gastou cerca de R$ 2,4 bilhões.

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Só neste ano, foram assegurados R$ 901,7 milhões para custear a média e alta complexidade — área que inclui hospitais, exames especializados, cirurgias e atendimentos de maior complexidade.

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Desse total de 2025, R$ 845,2 milhões já foram empenhados — isto é, reservados para compras ou serviços. O valor pago até o momento soma R$ 504,3 milhões. Empenho não significa, por si só, serviço entregue ao paciente.

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Para o Cremern, o aumento do teto MAC é uma oportunidade, mas precisa virar capacidade real: mais leitos, equipamentos mantidos, insumos disponíveis, exames acessíveis e contratação com valorização de profissionais.

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Os problemas citados por representantes da saúde incluem déficit de pessoal, infraestrutura insuficiente, falta de leitos, dificuldade para acessar exames e procedimentos e demanda reprimida por cirurgias especializadas.

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O Sindsaúde/RN também aponta precarização e falta de insumos. A discussão central vai além do tamanho do orçamento: exige gestão transparente, acompanhamento dos gastos e prioridade para fortalecer a rede pública onde a população é atendida.

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O dado mais relevante não é apenas que a verba cresceu 120%. É quantos pacientes passaram a conseguir consulta, exame, cirurgia e leito no tempo necessário. Na saúde pública, recurso só cumpre seu papel quando chega à ponta.

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