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Caso em UPA do Cabuís expõe falha no atendimento de emergência e levanta perguntas sobre direitos na gestação ⚠️🤰

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Nilópolis: homem denuncia que a companheira perdeu o filho durante a gestação e que a UPA Cabuís negou atendimento — vídeo mostra a profissional fechando a porta no rosto do pai ⚠️🧵 A funcionária foi afastada temporariamente enquanto a prefeitura apura o caso.

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Segundo o denunciante, a mulher começou a sentir dores depois de expelir uma "bola de sangue" na madrugada. A família buscou socorro na UPA mais próxima, onde, diz o vídeo, a médica teria se recusado a atender a gestante, que estava em cadeira de rodas.

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UPAs são pontos de porta de entrada para emergências no SUS — e emergências obstétricas exigem atendimento imediato. Negar atendimento a quem está em risco pode ter consequências graves e gera investigação administrativa e ética.

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O que fazer em sinais de emergência na gestação: dor intensa, sangramento abundante, perda de líquido ou saída de coágulos. Busque outra unidade, acione SAMU (192) se necessário, registre tudo (horas, nomes, vídeos) e procure a ouvidoria local.

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Casos assim expõem problemas sistêmicos: sobrecarga nas UPAs, falta de protocolos claros ou capacitação específica em emergência obstétrica. É preciso investir em formação, estrutura e também responsabilizar quando há falha no atendimento.

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A Prefeitura de Nilópolis abriu processo administrativo e a servidora foi afastada temporariamente. Além da apuração interna, episódios assim podem ser levados ao Ministério Público e ao Conselho Regional de Medicina para garantir transparência.

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Reflexão final: salvar vidas na gestação não é só ato médico isolado — é sistema que funciona, protocolos claros e fiscalização. Se você passou por algo parecido, registre os fatos e busque apoio nas ouvidorias e nos órgãos competentes. Justiça e prevenção caminham juntas.

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