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Resumo em 10 segundos

A lei avança, os processos crescem e o recado fica mais forte: mulheres têm direito de disputar o poder com respeito. ✊🗳️

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Mais mulheres estão recorrendo à Justiça contra ataques machistas nas eleições — e isso fortalece a democracia. 🗳️✊ Em Barra Velha (SC), uma fala contra candidatas virou ação por violência política de gênero. 🧵

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O caso envolveu uma mensagem em grupo de WhatsApp, em 2024. Segundo o Ministério Público Eleitoral, a declaração associou a conquista de votos por mulheres à sexualidade, desqualificando competência, mérito e participação política.

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A candidata Betinha, hoje postulante a deputada estadual pelo PT, relatou vergonha e revolta. O ponto central é simples: nenhuma mulher deve ser humilhada publicamente para exercer um direito básico — disputar e ocupar espaços de decisão.

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Desde 2021, a violência política de gênero é crime no Código Eleitoral. O levantamento do GLOBO identificou ao menos 100 ações penais eleitorais sobre o tema — sinal de que as denúncias estão encontrando caminho institucional.

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Os números cresceram 65% ao comparar 2022-2023 com 2024-2025. É um alerta sobre a persistência do machismo, mas também mostra maior reconhecimento das agressões e uma Justiça Eleitoral mais acionada para enfrentá-las.

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Violência política não é só ameaça física. Pode aparecer em insultos, boatos, ataques à aparência, à vida privada ou à capacidade de uma candidata. Nomear essas práticas é essencial para que elas deixem de ser tratadas como “normal” na campanha.

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A punição ainda é um desafio, mas cada denúncia bem apurada ajuda a criar eleições mais seguras e plurais. Quando mulheres podem concorrer sem intimidação, a política ganha mais experiências, vozes e soluções para a vida real.

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