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Resumo em 10 segundos

Rinovírus, metapneumovírus e Sars-CoV-2 mostram alta no Brasil. A boa notícia: prevenção e vacinação seguem sendo ferramentas poderosas. 🩺

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Vírus respiratórios estão voltando a crescer no Brasil 🩺🧵 Dados da Fiocruz apontam alta de SRAG associada a rinovírus, metapneumovírus e Sars-CoV-2. O momento pede atenção — e mostra como prevenção faz diferença.

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SRAG é a Síndrome Respiratória Aguda Grave: um quadro que pode exigir internação. O boletim InfoGripe detectou leve retomada entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos, enquanto as demais faixas etárias estão estáveis.

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Um ponto positivo: os novos casos semanais de SRAG por covid-19 continuam baixos no país. Ainda assim, a Fiocruz reforça uma medida simples e muito eficaz: pessoas prioritárias devem conferir se a vacinação está em dia.

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Para gestantes, há um recado especialmente importante: a vacinação contra o vírus sincicial respiratório (VSR) ajuda a proteger os bebês nos primeiros meses de vida. Informação e acesso à vacina salvam tempo, sofrimento e vidas.

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O alerta é maior em Alagoas, Roraima e Sergipe, onde há indícios de crescimento. Em Alagoas e Sergipe, o avanço está ligado sobretudo ao metapneumovírus. Crianças e adolescentes concentram a maior parte desse aumento.

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Outros estados e capitais também merecem monitoramento. A vigilância epidemiológica é uma aliada enorme: identificar tendências cedo permite organizar hospitais, orientar famílias e levar respostas de saúde onde elas são mais necessárias.

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Os extremos de idade seguem exigindo cuidado redobrado: a incidência pesa mais em crianças de até 2 anos, e as mortes têm maior impacto a partir dos 65. Vacina, higiene das mãos e atenção a sinais de piora formam uma rede de proteção real.

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Ciência em ação é isso: dados que viram cuidado cotidiano. Com vacinação atualizada e busca rápida por atendimento diante de falta de ar ou piora importante, podemos atravessar a temporada respiratória com mais proteção para todos.

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