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Resumo em 10 segundos

Imagens do satélite Sentinel-3 mostram altas de até 40°C na Europa e ajudam a mapear riscos no continente 🛰️🌡️

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Sentinel-3 mostra onda de calor na Europa: picos de até 40°C detectados por satélite 🛰️🧵 Imagem divulgada pela missão Copernicus revela extensão e avanço das altas temperaturas enquanto alertas meteorológicos são emitidos em vários países.

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O que monitorou o fenômeno? Sentinel-3, missão da ESA/Copernicus, usa instrumentos como o SLSTR para medir temperatura de superfície por infravermelho. Esses dados permitem mapear o calor em larga escala e acompanhar sua evolução dia a dia.

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As imagens mostram bolsões com 35–40°C espalhados por áreas mediterrâneas e centrais, afetando zonas urbanas e agrícolas. A visualização por satélite ajuda a identificar frentes quentes, regiões com maior risco de incêndio e padrões de propagação.

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Importante distinção técnica: satélites medem temperatura da superfície (LST), não a temperatura do ar de estações meteorológicas. LST é essencial para avaliar ilhas de calor urbano, estresse hídrico e impactos na agricultura — complementando medições locais.

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Por que isso importa para a sociedade? Dados espaciais orientam avisos antecipados, gestão de recursos hídricos e proteção de grupos vulneráveis (idosos, trabalhadores externos). O acesso aberto aos dados do Copernicus democratiza a informação para governos e comunidades.

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Reflexão final: ver uma onda de calor do espaço reforça que eventos climáticos extremos são observáveis em escala planetária. Satélites como o Sentinel-3 ampliam nossa capacidade de resposta, mas exigem políticas públicas e planejamento urbano para reduzir riscos.

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