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Uma coalizão de sindicatos e entidades educacionais quer barrar a regra do DHS que limita permanências de estudantes, intercambistas e representantes da imprensa estrangeira. 🌍🧵

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🌍 Uma coalizão de sindicatos, universidades e entidades de educação entrou na Justiça dos EUA contra uma regra do DHS que muda vistos de estudantes internacionais, intercambistas e jornalistas estrangeiros. O ponto central: quem ganha com mais burocracia? 🧵

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A regra encerra o modelo “Duration of Status”, que permitia permanência vinculada ao curso, intercâmbio ou trabalho jornalístico. No lugar, prevê períodos fixos de admissão de até 4 anos — e pedidos de extensão para quem precisar ficar mais.

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Na prática, um doutorado, uma mudança de instituição ou um projeto acadêmico mais longo podem passar a depender de novas análises migratórias. Para jornalistas estrangeiros, a previsibilidade do trabalho de cobertura também entra no radar.

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Os autores da ação — entre eles NAFSA, AFT, UAW e NewsGuild-CWA — afirmam que o DHS não calculou adequadamente custos e benefícios, ignorou alternativas menos pesadas e não respondeu de forma suficiente às contribuições públicas.

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A contestação também questiona o prazo de consulta pública e a autoridade legal do DHS para impor a medida. Importante: são alegações apresentadas à Justiça; caberá ao tribunal decidir se a regra pode vigorar ou deve ser suspensa.

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O debate vai além de formulários. Universidades dependem de pesquisa e circulação global de conhecimento; redações dependem de correspondentes com presença estável. Transformar trajetórias acadêmicas e profissionais em ciclos de renovação cria custos e incerteza.

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Há uma contradição difícil de ignorar: os EUA buscam atrair talentos globais, mas elevam barreiras para quem estuda, pesquisa e informa o público no país. Regulação migratória é legítima — mas precisa ser proporcional, transparente e baseada em evidências.

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