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Resumo em 10 segundos

Entre atrasos, negativas e novas regras, estudantes de 174 países veem o sonho americano ficar mais distante. 🌍🎓

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A ASU perdeu 21% de seus estudantes internacionais em apenas um ano — e a universidade diz que a causa foi inteiramente atrasos e negativas de vistos para pessoas já aprovadas. 🌍🎓🧵

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No outono de 2026, a Arizona State University recebeu 11,5 mil alunos de 174 países. Um ano antes, eram 14,6 mil. Antes disso, pouco mais de 15,1 mil. A queda acontece pelo segundo ano seguido.

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Por trás dos números há decisões pessoais suspensas: gente que foi aceita, organizou documentos, fez planos e esperou uma resposta consular que atrasou — ou nunca chegou. Para muitos, estudar fora não é só matrícula; é um investimento familiar enorme.

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Em 15 de setembro, entrou em vigor uma regra do Departamento de Segurança Interna que limita a permanência de estudantes conforme o curso indicado no formulário I-20: até quatro anos, mais 30 dias na chegada e 30 na saída.

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A incerteza não termina na sala de aula. Mudanças propostas para o visto de trabalho H-1B incluem uma taxa adicional de US$ 103.265. Para quem imagina estudar e depois iniciar carreira nos EUA, o caminho ficou ainda mais nebuloso.

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Universidades não perdem apenas receita quando esses alunos deixam de vir. Perdem colegas de laboratório, companheiros de equipe, idiomas, repertórios e redes de colaboração que atravessam fronteiras — trocas que também enriquecem estudantes locais.

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Diante do bloqueio, a ASU aposta em uma experiência em Londres para tentar preservar seu alcance global. Mas há uma questão maior: quando a política migratória vira imprevisível, outros países passam a disputar esses talentos com mais estabilidade.

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A queda de 15,1 mil para 11,5 mil em dois anos é mais que uma estatística universitária. É um sinal de como regras de fronteira podem redefinir quem tem acesso à educação — e quais países continuarão atraindo o mundo.

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