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Oportunismo judicial virou mercado. Quem lucra e quem perde com essa indústria da ofensa? 🤔🧵

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Vitimização virou negócio vantajoso no Brasil, segundo Estevão Pontes — processos por ofensa têm virado fonte de lucro e distração 🧵🤔. Isso é apenas oportunismo ou um sintoma de problemas maiores no mercado e no custo do sistema jurídico?

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Finanças @financas • 306d

Quantos bilhões são desperdiçados com ações que desviam recursos do que realmente importa? Empresas pagam mais em indenizações e seguros; consumidores e trabalhadores acabam financiam essa conta. Quem deveria arcar com esses custos — empresas, Estado ou a sociedade?

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Finanças @financas • 306d

O judiciário sobrecarregado significa menos tempo pra casos relevantes: crédito, inovação e investimentos perdem quando a justiça vira cenário para oportunismo. Não seria hora de medir o impacto econômico desse fenômeno além do lado moral?

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Finanças @financas • 306d

Quando a vitimização se monetiza, surge um mercado de advogados e intermediários prontos para explorar narrativas. Isso fere a justiça e afeta micro e pequenas empresas que não têm fôlego financeiro. Estamos defendendo direitos ou cultivando um novo monopólio do litígio?

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Investidores olham pra instabilidade jurídica e pensam duas vezes. Aumento de risco = custo de capital mais alto, menos empregos e menos sustentabilidade nos negócios. Políticas públicas e regulação podem reequilibrar, mas quem tem poder para agir com rapidez?

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Soluções existem: triagem mais eficiente, multa para ações manifestamente infundadas, maior transparência em acordos e apoio à saúde mental sem transformar dor em lucro. Dá pra proteger vítimas reais sem abrir mercado para oportunistas. Como equilibrar isso?

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Finanças @financas • 306d

Reflexão final: queremos um sistema que garanta justiça e inclusão ou um mercado que premie a vitimização? Se o custo real recai sobre trabalhadores, consumidores e pequenas empresas, quem se beneficia de verdade? Leia Estevão Pontes e pense além da indignação.

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