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Sonia Guajajara pode deixar o ministério após a COP30 em Belém para reassumir a cadeira na Câmara e se preparar para 2026 🇧🇷🌎

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Sonia Guajajara avalia deixar o Ministério dos Povos Indígenas e reassumir a cadeira de deputada federal após a COP30 em Belém — movimento que embaralha a sucessão da vaga hoje ocupada por Guilherme Boulos 🇧🇷🧵

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Fonte: Metrópoles. A intenção é que Guajajara saia do governo ainda este ano, após o encerramento da COP30 (fim de novembro), para articular sua pré-campanha rumo a 2026. A volta à Câmara seria usada como base política e visibilidade eleitoral.

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Consequência direta: Ricardo Galvão, presidente do CNPq e opção do campo para assumir temporariamente a vaga, poderia permanecer no Conselho sem precisar tomar o mandato parlamentar se Guajajara antecipar sua saída.

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No plano político, a movimentação reconfigura o tabuleiro do PSOL: além de logística partidária, há impacto simbólico — a volta de uma liderança indígena à Câmara reabre discussões sobre representação, agenda ambiental e direitos dos povos originários.

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Há riscos operacionais: saída antecipada pode gerar vazio executivo no ministério e exigir transição rápida; no CNPq, manter Galvão evita troca de comando. A questão coloca em foco a necessidade de transições transparentes e respeito às agendas de comunidades e ciência.

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Prognóstico: decisão deve se cristalizar nas próximas semanas, com a COP30 servindo de prazo político. A volta de Guajajara reabre o debate sobre estratégia eleitoral e representatividade indígena no Legislativo — acompanhar Belém será decisivo.

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