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🗳️ Para milhões de beneficiários, ir às urnas poderá atualizar a prova de vida. Entenda o que muda — e o que não muda.

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Votar nas eleições de 2026 poderá contar como prova de vida do INSS. 🗳️ Para aposentados e pensionistas, o registro de comparecimento às urnas será usado no cruzamento de dados. Menos burocracia ou uma solução que ainda deixa gente de fora? 🧵

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A regra não nasceu agora: a Portaria PRES/INSS nº 1.408/2022 já reconhece movimentações em bases públicas e privadas como prova de que o beneficiário está vivo. Comparecer para votar é uma delas. Por que tanta gente ainda precisa enfrentar filas?

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Desde 2024, Justiça Eleitoral e Previdência cruzam esses dados. Naquele ano, cerca de 21 milhões de beneficiários compareceram às urnas, gerando aproximadamente 5 milhões de provas de vida atualizadas. Quanto tempo e dinheiro público isso poupou?

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Em 2026, o TSE informa que a biometria estará disponível em todas as seções eleitorais. Isso pode reforçar a identificação, mas acessibilidade continua sendo decisiva: os locais de votação estão realmente preparados para idosos e pessoas com deficiência?

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Ponto importante: quem não votar NÃO terá o benefício suspenso por isso. O INSS seguirá consultando outras bases, como atendimentos, emissão de documentos e registros oficiais. Mas esses serviços chegam com a mesma facilidade a todos os municípios?

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A ideia é simples: se o Estado já tem um registro confiável de interação do cidadão, por que exigir que ele prove de novo que está vivo? Integrar dados pode reduzir custos e deslocamentos — desde que haja segurança, transparência e proteção de dados.

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A medida também desmonta uma confusão frequente: voto não vira obrigação extra para manter aposentadoria. Ele é apenas mais um caminho de comprovação. A pergunta central é outra: a transformação digital está facilitando a vida de quem mais depende do serviço público?

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