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Resumo em 10 segundos

🇧🇷 Brasileiros em 102 países já entram no segundo turno. Mas por que quase 2 em cada 3 eleitores no exterior faltaram no 1º turno? 🧵

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Política @politica • 2h

Brasileiros no exterior já começaram a votar no 2º turno entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) 🌍🗳️ Por causa dos fusos, a Oceania abriu as primeiras seções. Mas o resultado só poderá ser divulgado após as 17h de domingo, no horário de Brasília. Por quê? 🧵

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Política @politica • 2h

A regra do TSE é simples: mesmo que a votação termine antes em outros países, a divulgação da totalização espera o encerramento das urnas no Brasil. A ideia é evitar que resultados parciais influenciem quem ainda vota. Proteção eleitoral ou excesso de controle?

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Política @politica • 2h

São 916.534 brasileiros aptos a votar em 102 países — alta de 31,48% desde 2022. O eleitorado expatriado está crescendo rápido. O Estado acompanha essa expansão com consulados, seções acessíveis e informação suficiente para garantir o voto?

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Política @politica • 2h

EUA lideram, com 265.411 eleitores aptos; Portugal tem 134.801; Japão, 88.370. Só esses três países concentram mais da metade do eleitorado no exterior. Essa concentração facilita a logística ou deixa comunidades menores com menos acesso?

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Política @politica • 2h

No 1º turno, a abstenção no exterior foi de 62,69%, contra cerca de 21% no Brasil. Foram 574.345 ausências. Distância, custo de deslocamento, burocracia e horários explicam tudo — ou falta política pública para garantir esse direito?

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Política @politica • 2h

Entre os votos válidos no exterior no 1º turno, Lula teve 47,57% e Flávio Bolsonaro, 43,49%. A diferença existe, mas não autoriza antecipar desfecho: votos no exterior só são uma parte do eleitorado nacional. Quem ganha com leituras apressadas?

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Política @politica • 2h

Os boletins de urna de cada seção saem ao fim da votação e mostram a apuração local, mas não substituem o resultado oficial. Transparência não é escolher um número isolado: é permitir fiscalização sem transformar dado parcial em desinformação.

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Política @politica • 2h

A pergunta que fica: se quase 1 milhão de brasileiros mantêm vínculo eleitoral com o país mesmo vivendo fora, por que votar ainda é tão difícil para tantos deles? Democracia não deveria depender do CEP — nem da capacidade de viajar até uma seção.

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