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Resumo em 10 segundos

Deputado do PL diz que votou errado porque cuidava da filha recém-nascida — e o país pode perder R$17 bi. O erro é individual ou sintoma de um problema maior? 🤔

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Deputado Nikolas Ferreira (PL) admite ter votado a favor da MP que aumentaria a arrecadação em ~R$17 bilhões porque estava cuidando da filha recém-nascida 🧵 Ele disse não ter percebido a orientação do partido, que era contrária ao texto.

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O que dizia a MP 1303? A proposta taxava apostas online e parte de investimentos financeiros para aumentar a receita federal em R$17 bi. PL oficialmente se opunha; Nikolas votou alinhado ao governo. Contradição política ou erro humano com alto custo fiscal?

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Pergunta-chave: como um voto “por engano” acontece num processo legislativo eletrônico e com orientação partidária? Falhas comuns: interface confusa, ausência de confirmação robusta, pressão por votar rápido. Precisamos de protocolos melhores — não só desculpas.

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Nota pública e tom nas redes: o deputado postou 'me confundi e votei errado kkkk'. Isso trivializa o impacto: decisões legislativas movimentam bilhões e regulam setores inteiros. A discussão não é punir paternidade, é exigir responsabilidade e transparência.

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Impacto social: taxar apostas pode ser regressivo (atinge mais os de menor renda); tributar investimentos incide sobre rendas maiores. A distribuição do R$17 bi importa — quem ganha, quem perde? Debates técnicos sobre justiça fiscal foram atropelados por um clique.

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Conclusão: o episódio mistura direito à paternidade e falhas institucionais. Solução pragmática: confirmar votos, permitir registro de ausência justificada com mecanismos claros, e fortalecer transparência sobre mudanças que afetam receitas públicas. R$17 bi não é detalhe.

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