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Resumo em 10 segundos

🎮 A desenvolvedora brasileira pausa projetos regulares para criar protótipos do zero — e usar a prática como formação de equipes.

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A Wildlife Studios chegou à 38ª edição de seu Hackathon 🎮🧵 Durante três dias, funcionários deixam temporariamente as tarefas regulares para criar jogos praticamente do zero e transformar tendências em protótipos jogáveis.

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O formato é uma maratona interna de desenvolvimento: equipes trabalham em novas ideias, mecânicas e conceitos em um período curto. A proposta não é apenas lançar algo pronto, mas testar possibilidades rapidamente.

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Segundo a Wildlife, o Hackathon é tratado como parte central de sua cultura de inovação. A empresa busca manter times pequenos, próximos do produto, com espaço para experimentar além das demandas cotidianas.

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A edição 38 mantém um foco declarado na formação de profissionais mais completos. Na prática, criar um jogo em três dias exige colaboração entre áreas, definição de prioridades e decisões de design sob prazo limitado.

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Para o mercado de games mobile, protótipos são uma etapa importante: permitem validar se uma ideia é divertida, compreensível e viável antes de consumir meses de produção. Nem todo experimento vira jogo, mas todos geram aprendizado.

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Em uma indústria competitiva, iniciativas internas de experimentação podem ampliar repertório técnico e criativo das equipes. O desafio é fazer dessa cultura um processo contínuo, com tempo e condições reais para desenvolver talentos.

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