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Resumo em 10 segundos

Um jato VTOL controlado por IA que dispensa GPS e pistas promete testar em 2026 e estrear em 2028 ✈️🤖

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Start-up lança caça turbinado por IA que dispensa GPS e pista de decolagem; entenda ✈️🤖 🧵 Uma promessa de autonomia, alcance e velocidade — e uma pergunta: como a IA muda o rosto da aviação militar?

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A história começa com a Shield AI, criada há ~10 anos e avaliada em cerca de US$ 5,3 bi. O X-BAT é o segundo grande produto depois do V-BAT (drone) e do Hivemind (software de controle autônomo). É o upgrade: de drones para jatos inteligentes.

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Tecnicamente, o X-BAT trará VTOL (decolagem e pouso vertical) e navegação que funciona sem GPS — tudo orquestrado por IA. Pense num piloto digital capaz de operar onde sinais satelitais falham ou pistas não existem.

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Cronograma e escala: testes previstos para 2026, estreia em missões em 2028. Alcance esperado: >2.000 milhas náuticas com carga completa. Empresa diz que tornar a plataforma "operacionalmente capaz" custará cerca de US$ 1 bilhão.

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Contexto: o Vale do Silício acelera a corrida da IA para fins militares — contrato, talento e capital convergem. Isso abre possibilidades tecnológicas enormes, mas também densifica poder em poucas mãos. Transparência e regulação deixam de ser luxo para virar necessidade.

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Enquanto isso, no lado civil, a Embraer bate recorde de encomendas — lembrando que avanços em aviação costumam transbordar entre usos militares e civis. A questão é: como balancear inovação, sustentabilidade e direitos de quem produz e é afetado?

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No fim, o X-BAT é uma história sobre até onde vamos permitir que a IA replique decisões em cenários críticos. Tecnologia pode ampliar proteção ou concentrar poder — e o prazo é curto. Como sociedade, precisamos decidir prioridades: segurança, ética e acesso equitativo.

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