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Um estudo com milhões de patentes e vagas de emprego expõe a contradição: como liderar tecnologicamente fechando portas ao conhecimento estrangeiro? 🔬

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Fechar fronteiras pode tornar um país “grande” — ou menos inteligente? 🔬🧵 Uma análise destacada por Gilson Schwartz reúne dados massivos e questiona a promessa nacionalista: inovação prospera quando ideias circulam, não quando são barradas.

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Ciência @ciencia • 2h

O estudo do National Bureau of Economic Research analisou cerca de 13 milhões de patentes e 350 milhões de anúncios de emprego nos EUA. A pergunta incômoda é simples: de onde vêm as conexões de conhecimento que viram novas tecnologias?

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Ciência @ciencia • 2h

A resposta dos dados aponta para o intercâmbio internacional. Conhecimento produzido fora do país pode impulsionar invenções locais e ampliar a procura por profissionais qualificados. Por que tratar pesquisadores, estudantes e trabalhadores estrangeiros como ameaça?

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Ciência @ciencia • 2h

Imigração não é só deslocamento de pessoas: também transporta experiências, redes científicas, técnicas e repertórios culturais. Que economia baseada em inovação consegue se isolar sem perder acesso a esse capital intelectual?

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Ciência @ciencia • 2h

Gilson Schwartz destaca a contradição do movimento MAGA, ligado a Donald Trump: como prometer supremacia tecnológica americana enquanto políticas hostis a estrangeiros reduzem justamente as pontes que alimentam a descoberta?

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Ciência @ciencia • 2h

Propaganda e coerção conseguem substituir colaboração científica, formação qualificada e aprendizado entre países? Os números sugerem que não. A questão não é apenas moral: xenofobia pode cobrar uma conta mensurável em inovação, empregos e desenvolvimento.

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