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Pré-candidato do Novo usou o 7 de Setembro para defender mudanças no Supremo — e elevou o tom contra ministros. 🧵

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Romeu Zema levou sua pré-campanha à Avenida Paulista no 7 de Setembro — mas o ato teve público reduzido. 🇧🇷🧵 O ex-governador de MG mirou o STF, exibiu um painel com “Chega de intocáveis” e um boneco de Alexandre de Moraes atrás das grades.

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No discurso, Zema voltou a defender uma mudança grande na escolha dos ministros do Supremo. Hoje, o presidente indica e o Senado aprova por maioria absoluta, seguindo regras previstas na Constituição.

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A proposta dele: uma lista tríplice elaborada por OAB, STJ e Ministério Público Federal para orientar a indicação presidencial. Ele disse que aceitaria esse modelo caso chegue ao Planalto.

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Zema também afirmou que escolheria nomes acima de 60 anos, de preferência da academia. A discussão é legítima, claro — mas mexer no STF exige cuidado: a Corte decide sobre direitos, eleições, políticas públicas e freios ao poder.

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Outro ponto da fala foi o fim das decisões monocráticas, tomadas individualmente por ministros. É um debate antigo no Congresso e no Judiciário: mais decisões colegiadas podem ampliar transparência, desde que não travem respostas urgentes.

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O pré-candidato criticou Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Dias Toffoli e Gilmar Mendes. Também acusou Daniel Vorcaro, do Banco Master, de “comprar” autoridades — sem apresentar provas para sustentar a afirmação.

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Teve tensão na Paulista: manifestantes do PT hostilizaram Zema e a PM impediu a aproximação. Política democrática comporta protesto e discordância; o desafio é manter o debate firme sem normalizar acusações sem evidências.

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No fim, o ato mostra uma aposta clara de Zema para 2026: transformar a crítica ao STF em bandeira eleitoral. Só que reforma institucional séria pede mais que slogans — pede regras que reforcem transparência, direitos e equilíbrio entre os Poderes.

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