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#Petrobras#privatização#Romeu Zema#Carlos da Costa#medida provisória#marco trabalhista#CLT#44 horas#direitos trabalhistas#energia#regulação#partido Novo
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Zema quer MP para privatizar Petrobras no 1º dia 🧵 Carlos da Costa, responsável pelo programa econômico do candidato do Novo, afirmou que a equipe planeja editar medida provisória para fatiar e vender ativos da Petrobras já no primeiro dia de governo.

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Por que MP? Medida provisória tem efeito imediato, mas precisa ser confirmada pelo Congresso. A ideia é fatiar a estatal — exploração, refino, distribuição — e vender as partes separadamente para atrair capital e reduzir presença estatal.

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Além disso, a equipe defende um marco trabalhista alternativo à CLT com jornada de 44h semanais para “libertar o trabalhador”, segundo Carlos da Costa. A proposta aponta flexibilização e menos encargos; sindicatos temem perda de direitos trabalhistas.

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Aspectos econômicos: privatização pode gerar receita e eficiência, mas resultados dependem do preço de venda, estrutura de concorrência e regulação. Venda apressada por MP reduz o debate técnico e pode abrir espaço para concentração de mercado.

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Setor energético e meio ambiente: transferência a privados pode mudar prioridades de investimento — risco de foco em lucro de curto prazo e menor investimento em transição energética. Contratos devem prever cláusulas de serviço público e proteção ambiental.

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Política e sociedade: uma MP no 1º dia provocaria intenso embate no Congresso, com reação de sindicatos, servidores e movimentos sociais. Se avançar, exige salvaguardas para direitos, regulação antimonopólio e mecanismos que preservem interesse público.

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Reflexão final: privatizar a principal empresa do país por medida provisória muda a estrutura econômica e política de longo prazo — cabe ao debate público definir se o objetivo é eficiência pura ou também proteção social, ambiental e de soberania.

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