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Policiais militares lideram as candidaturas do setor. O desafio é transformar experiência em políticas que reduzam crimes com eficiência e direitos. 🗳️

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A segurança pública vai ocupar muito espaço nas urnas: 1.229 profissionais ligados a instituições policiais são candidatos, segundo dados do TSE citados pela Agência Pública. É 5,99% do total de candidaturas. 🗳️🧵

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A maior fatia vem da Polícia Militar: 46,14% das candidaturas do setor. Depois aparecem policiais civis (9,76%), bombeiros militares e militares reformados (7,49% cada). Experiência de campo pode qualificar muito o debate público.

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Em comparação com 2022, o número absoluto caiu 37,4%: eram 1.963 candidaturas ligadas às forças de segurança. Ainda assim, a presença segue relevante — e ajuda a explicar por que o tema da segurança é central na disputa política.

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Os registros se concentram em partidos de direita, extrema-direita e centro. O PL lidera, com 197 nomes (16%), seguido por Republicanos, Podemos e Novo. Isso revela onde esse eleitorado e essas pautas encontraram maior espaço partidário.

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Mas representação não deveria significar só ampliar orçamento ou endurecer penas. O ponto decisivo é: quais propostas melhoram investigação, prevenção e resolução de crimes — com proteção para trabalhadores da segurança e respeito às garantias de toda a população?

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O debate ganha qualidade quando foge de atalhos. Modelos de prisões em massa, como o de Nayib Bukele em El Salvador, são frequentemente citados, mas carregam denúncias de violações de direitos humanos. Segurança duradoura pede resultado, transparência e controle público.

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Mais vozes com vivência na segurança podem abrir uma oportunidade: cobrar políticas baseadas em evidências, perícia estruturada, investigação eficiente, prevenção social e apoio às vítimas. Reduzir a violência de verdade é uma agenda capaz de unir eficiência e democracia.

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