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Resumo em 10 segundos

10 anos depois, a morte de Louise Ribeiro expõe como violência e negligência corroem a ciência e a universidade 🕯️🔬

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10 anos sem Louise: feminicídio na UnB é símbolo de luta contra a violência 🕯️ 🧵 Relembre como o assassinato dentro de um laboratório da UnB, em 10/03/2016, expôs fragilidades na proteção de estudantes e deixou marca profunda na comunidade científica.

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Louise tinha 20 anos e cursava biologia — um rosto jovem da pesquisa brasileira. O crime não é só tragédia pessoal: abalou colegas, interrompeu trabalhos e deixou perguntas sobre quem ocupa e protege espaços de ciência.

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Por que isso importa para a ciência? Ambientes inseguros expulsam mulheres e minorias de laboratórios, reduzem diversidade intelectual e empobrecem pesquisa. Precisamos analisar como violência de gênero afeta produtividade e o futuro da ciência.

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A universidade respondeu com homenagens e um jardim memorial — ações simbólicas importantes. Mas símbolos não substituem protocolos: controle de acesso, sistemas de denúncia eficientes, suporte psicológico e investigação transparente são essenciais.

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Há um custo científico e social quando uma estudante é assassinada no campus: projetos paralisados, orientadores abalados, jovens pesquisadoras que deixam a carreira. Instituições têm responsabilidade trabalhista e ética para evitar isso.

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Reflexão final: memória e jardins mantêm Louise presente — mas a verdadeira resposta passa por medidas concretas que tornem a ciência acessível e segura para todas. Que lições foram realmente aprendidas em uma década?

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