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Resumo em 10 segundos

Santander abriu mais 50 mil vagas gratuitas e chegou a 100 mil em cursos de IA, dados e inovação. A pergunta é: isso muda quem pode disputar o futuro? 🤖

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Santander chegou a 100 mil vagas gratuitas em cursos de IA, dados, liderança e inovação em só dois meses. 🤖🧵 Mas uma pergunta incomoda: capacitar tanta gente é democratização real ou preparação para um mercado cada vez mais seletivo?

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Foram 50 mil oportunidades em agosto e outras 50 mil agora, em parceria com a Coursera. O foco inclui inteligência artificial e análise de dados — justamente as habilidades que empresas passaram a exigir até para vagas antes consideradas básicas.

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A gratuidade derruba uma barreira importante: preço. Mas ela resolve tudo? Quem trabalha o dia inteiro, tem conexão precária ou divide um celular com a família consegue aproveitar uma formação online no mesmo ritmo?

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Cursos de IA não garantem emprego automaticamente. Certificados ajudam, mas portfólio, experiência e redes de contato ainda pesam muito. Será que empresas estão dispostas a contratar quem se qualificou fora dos caminhos tradicionais?

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Também vale olhar para o interesse do banco: profissionais mais preparados podem ampliar inovação, produtividade e a adoção de serviços digitais. Educação aberta é positiva — mas não deixa de ser uma aposta estratégica no futuro do próprio mercado.

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A parceria com a Coursera amplia o alcance de conteúdos globais. Ao mesmo tempo, fica a questão: os cursos abordam desafios brasileiros, como inclusão digital, vieses algorítmicos e aplicações de IA para pequenos negócios?

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100 mil vagas em dois meses mostram uma escala difícil de ignorar. O próximo número que importa não é o de inscrições: quantas pessoas concluem, conseguem aplicar o que aprenderam e acessam melhores oportunidades depois?

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