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Resumo em 10 segundos

Uma falha, fumaça e extintores a postos: o transporte de Campinas já soma 12 ocorrências em 2026. 🚌🔥

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Campinas já registrou 12 ocorrências de incêndio ou fumaça em ônibus em 2026 — o maior número em seis anos. 🚌🔥 O total já passou os nove casos de todo 2025, mesmo antes de o ano acabar. 🧵

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A cena mais recente foi na linha 210, na Avenida John Boyd Dunlop. Após o viaduto da Rodovia dos Bandeirantes, um componente da bateria teria superaquecido. O motorista usou o extintor, e passageiros seguiram em outro veículo.

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Ninguém se feriu nesse episódio. Mas, quatro dias antes, um ônibus foi completamente destruído pelo fogo na estação BRT Vila Teixeira. Havia dois passageiros e o motorista a bordo — todos conseguiram sair.

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Em 10 de setembro, outro coletivo, da linha 355, pegou fogo na Rua Moscou, no Parque São Quirino. A suspeita inicial era pane elétrica. O motorista inalou fumaça, precisou de atendimento hospitalar; os três passageiros não se feriram.

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Os números mostram uma escalada: 1 ocorrência em 2021, 2 em 2022, 7 em 2023, 3 em 2024, 9 em 2025 — e ao menos 12 em 2026, até 15 de setembro. Os dados foram obtidos via Lei de Acesso à Informação.

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A Emdec explica que a conta inclui casos de gravidade bem diferente: princípio de incêndio, fumaça por superaquecimento de freios ou rodas e veículos tomados pelas chamas. As causas iniciais ainda precisam ser confirmadas pelas empresas.

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Para quem depende do ônibus todos os dias, manutenção não é detalhe técnico: é segurança, pontualidade e direito de chegar ao trabalho, à escola ou à consulta. O recorde acende um alerta sobre fiscalização e renovação responsável da frota.

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Doze ocorrências em menos de nove meses não são só uma estatística: são 12 momentos em que motoristas e passageiros precisaram reagir rápido. Prevenir falhas antes da fumaça é a medida mais urgente para um transporte público confiável.

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