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Resumo em 10 segundos

📈 A maior taxa nem sempre é o melhor investimento. Entenda como prazo, risco de crédito e inflação mudam a conta da renda fixa. 🧵

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12% ou 13% ao ano: qual renda fixa você escolheria? 📈 A resposta intuitiva é “13%”. Mas 1 ponto percentual extra pode ser uma remuneração por riscos que não aparecem na propaganda. Entenda a conta — sem economês. 🧵

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Primeiro passo: “renda fixa” não quer dizer “risco zero”. O nome indica que a regra de remuneração é definida na contratação. Ainda assim, pode haver risco de o emissor não pagar, de precisar vender antes da hora ou de a inflação corroer o ganho.

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Um investimento livre de risco, na definição do professor Aswath Damodaran, é aquele em que o retorno efetivo será exatamente o esperado na data escolhida. Para isso, é preciso: emissor confiável, sem depender de reaplicações e valor conhecido na moeda desejada.

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Em reais, a referência costuma ser um título público prefixado, sem pagamentos intermediários, que vença exatamente quando você precisará do dinheiro. A premissa é que o governo honre a dívida. Mas atenção: previsibilidade nominal não garante poder de compra.

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Exemplo: R$ 100 mil por 5 anos a 12% ao ano resultam em R$ 176.234,42 no vencimento. Se você carregar o título até o fim, sabe o valor nominal a receber desde o início — independentemente das oscilações dos juros no caminho.

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Então por que um título paga 13%? Pode ser prazo maior, menor liquidez ou risco de crédito mais elevado. Um CDB, por exemplo, depende da saúde do banco emissor; há cobertura do FGC dentro das regras e limites, mas ela não transforma todo produto em equivalente a um título público.

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Outra armadilha é sair antes do vencimento. Em títulos negociados a preço de mercado, a alta dos juros pode derrubar temporariamente o valor de venda. Antes de comparar taxas, compare objetivo, data em que precisará do dinheiro, liquidez, emissor, impostos e inflação. A melhor taxa é a que cabe no seu plano.

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E aí, o que você achou?

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