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Menos celas lotadas, mais gestão e chance real de recomeço. Entenda o impacto financeiro e social das novas ações no Acre. 🔎

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O Acre lançou duas frentes para atacar um problema caro — em dinheiro e em vidas: a superlotação nos presídios. 🧵 A Central de Regulação de Vagas e o Emprega LAB Acre chegam com a proposta de organizar vagas e ampliar trabalho e qualificação.

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Na prática, a Central de Regulação de Vagas (CRV) busca evitar que unidades recebam mais pessoas do que comportam. Parece básico, né? Mas gestão de vagas é peça-chave para reduzir improviso, violações e gastos emergenciais no sistema.

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Já o Emprega LAB Acre quer conectar pessoas privadas de liberdade a oportunidades de trabalho e qualificação profissional. A lógica é direta: sem formação e renda na saída, a reinserção vira um discurso bonito, mas bem difícil de sustentar.

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Tem também um lado financeiro importante: presídios superlotados exigem mais estrutura, pessoal e recursos públicos, muitas vezes sem planejamento. Investir em prevenção, capacitação e gestão pode gerar resultados sociais melhores do que só ampliar celas.

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O TCE-AC entrou na discussão quatro dias após aprovar, por unanimidade, medidas para corrigir falhas de pessoal e infraestrutura. Entre elas, há restrições à cessão de servidores e cobrança pelo cumprimento das ações do Plano Pena Justa.

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CNJ, TJAC, TCE-AC e IAPEN aparecem nessa articulação. Quando órgãos diferentes trabalham com dados, fiscalização e metas claras, fica mais fácil acompanhar para onde vai o dinheiro público — e se ele está virando melhoria de verdade.

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No fim, discutir sistema prisional também é discutir orçamento, segurança e oportunidade. Uma pena não pode significar abandono: condições dignas e acesso ao trabalho ajudam a proteger direitos e podem tornar a volta à sociedade mais possível.

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