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Resumo em 10 segundos

De Oi a Casas Bahia, uma onda de dívidas, juros altos e reestruturações redesenhou o mapa corporativo brasileiro. 📉

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13 empresas brasileiras viram suas ações despencar mais de 80% desde 2023 — e algumas chegaram perto de zerar na B3. 📉 De Sequoia a Casas Bahia, o padrão envolve dívida cara, crises operacionais e reestruturações. Entenda o que houve 🧵

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Primeiro, um ponto essencial: ação caindo não significa automaticamente que a empresa deixou de operar. Mas indica que o mercado passou a enxergar um risco muito maior — ou valor muito menor — para o negócio e para seus acionistas.

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O caso mais extremo é o da Sequoia Logística: SEQL3 saiu de R$ 586 para R$ 0,07, queda de 99,99%. A expansão acelerada no e-commerce elevou custos e prejuízos. A recuperação judicial ajudou a reorganizar operações, mas não preservou o investimento antigo.

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A Gafisa também ilustra outro mecanismo: mudanças de estratégia, disputas societárias, diluição e grupamentos de ações. GFSA3 caiu 99,92% no período. Para quem investe, isso mostra por que é crucial entender dívida, governança e emissões de novas ações.

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Por que os juros pesam tanto? Empresas endividadas precisam refinanciar empréstimos. Com juros elevados, essa conta cresce e sobra menos dinheiro para estoque, salários, investimentos e expansão. Se a receita não acompanha, a crise acelera.

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Oi, Americanas, Azul, Gol, Marisa, Raízen, Viveo, Ambipar, Infracommerce, PDG e Braskem têm histórias diferentes. Ainda assim, compartilham desafios como alavancagem, competição intensa, mudanças no consumo ou problemas específicos de gestão e setor.

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Recuperação judicial ou extrajudicial não é “fim automático”: é uma tentativa de negociar dívidas e manter atividade, empregos e fornecedores. Porém, credores e novos investidores costumam ganhar espaço, enquanto acionistas antigos podem sofrer perdas severas.

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A lição vai além dessas 13 ações: preço baixo não é sinônimo de oportunidade. Antes de investir, vale olhar geração de caixa, vencimento das dívidas, governança e capacidade de competir. Na Bolsa, sobreviver como empresa e remunerar acionistas são desafios diferentes.

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