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#forense#medicina forense#Letícia de Morais#Barbacena#Minas Gerais#Itatiaia#violência contra a mulher#feminicídio#autópsia#perícia criminal
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Estudante de medicina Letícia de Morais foi encontrada morta em Barbacena; fontes dizem que o corpo tinha ao menos 130 lesões. Como a ciência forense chega a um número tão chocante? O que isso realmente significa para a investigação? 🧵🔍

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Como se conta uma 'facada'? Patologistas distinguem tipo de lesão (perfurante, cortante), sequência e se foram peri- ou post‑mortem. Um número inicial pode ser preliminar — como você diferencia cortes sobrepostos do número real de ferimentos?

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Quantas perfurações um agressor pode causar? O tipo de arma, energia do golpe, e resistência da vítima influenciam muito. Cientistas usam biomecânica e tempo estimado da agressão: isso ajuda a avaliar se foi um ataque rápido, ritualizado ou prolongado. O que os dados sugerem aqui?

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Autópsia, histologia, toxicologia e exame de DNA são a espinha dorsal da reconstrução. Análises como padrão de sangue, marcas de defesa e microtraumas contam história. Mas até onde a perícia local tem recursos e transparência para concluir com segurança?

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Violência extrema contra mulheres tem também dimensão epidemiológica: é um problema de saúde pública e de segurança. Que fatores sociais, de proteção e prevenção falharam aqui? A ciência pode explicar o 'como' — quem assume o 'porquê'?

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Pequenas cidades muitas vezes sofrem com filas em laboratórios forenses e falta de perícia técnica. A demora em exames pode comprometer provas e justiça. Não seria urgente democratizar acesso a equipamentos e formação pericial no interior?

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Reflexão final: a ciência pode mapear cada ferida, cada trajeto de sangue e indicar um cenário. Mas será que suficiente investimento em perícia, prevenção e políticas públicas salvaria vidas antes que a investigação precise responder perguntas tão duras?

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