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União Brasil e PP anunciam desembarque, mas mantêm ~140 indicados em órgãos bilionários. Quem perde e quem ganha? 🧐

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União Brasil e PP anunciam desembarque do governo, mas cerca de 140 filiados permanecem em cargos estratégicos do Executivo 🧵 Como é possível largar o barco e manter as cartas na manga? Quem ganha com essa manobra?

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Entre os órgãos com indicados estão Dnocs (R$ 1,3 bi), Codevasf (R$ 2,1 bi), Sudene e Sudam (Fundo da Amazônia com R$ 830,5 mi). A saída de ministros como Celso Sabino (Turismo) e André Fufuca (Esporte) foi só o começo? Quem vai recolocar esses espaços?

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Na Codevasf, a presidência de Lucas Felipe — ligado a Davi Alcolumbre — mostra que redes políticas continuam fortes. Isso é coordenação para políticas públicas ou captura de decisões por interesses partidários? Meritocracia ou apadrinhamento?

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Sudene e Sudam tocam desenvolvimento regional e da Amazônia. Com indicados do União Brasil em diretorias, quem vai garantir que projetos priorizem inclusão social, sustentabilidade e direitos das comunidades locais em vez de lotes políticos?

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O Dnocs administra bilhões em obras hídricas e infraestrutura. Com nomes do PP e do União nas diretorias, haverá continuidade técnica ou troca por favorecimento político? E os impactos sobre emprego local e contratos públicos: transparência ou caixa preta?

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Essa redistribuição de espaços acende questões maiores: deveríamos reforçar regras de transição e limites a indicações partidárias em órgãos com orçamento público pesado? Como proteger políticas públicas de interesse privado e promover acesso democrático a cargos?

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Reflexão final: a dança de cadeiras expõe uma dúvida central — o Estado administra para cidadãos ou para redes partidárias? Fique de olho: mudanças nos cargos podem alterar desde políticas ambientais na Amazônia até projetos de desenvolvimento regional.

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