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O mapa do poder mudou bastante depois das urnas. 👀 Do Congresso a São Paulo, o 1º turno já projeta as disputas de 2030.

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O 1º turno redesenhou o tabuleiro político: PL cresce no Congresso, Tarcísio é reeleito em SP e a família Bolsonaro amplia presença em Brasília. 👀🧵

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Em São Paulo, Tarcísio de Freitas venceu com 62,65% dos votos válidos — o maior percentual numa eleição ao governo paulista em 1º turno desde a volta das eleições diretas, em 1982.

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A vitória não é só estadual. Ela mantém Tarcísio no radar da direita para 2030. Na Alesp, ele começa o novo mandato com apoio estimado de pelo menos 65 dos 94 deputados.

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A oposição paulista também cresceu: passa de 23 para 28 cadeiras. Ainda é minoria, claro, mas uma Assembleia mais diversa pode ampliar a fiscalização sobre orçamento, serviços públicos e políticas do governo.

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No plano federal, o PL elegeu 121 deputados, ante 98 na eleição anterior, e conquistou 19 vagas no Senado. Com mandatos que seguem em vigor, a bancada da sigla pode chegar a 28 senadores em 2027.

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O resultado também levou Flávio Bolsonaro ao 2º turno presidencial à frente de Lula, segundo o balanço. Nikolas Ferreira e Lucas Pavanato, ambos do PL, passaram de 3 milhões de votos e foram os deputados federais mais votados.

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Michelle Bolsonaro e Carlos Bolsonaro foram eleitos para o Senado; Jair Renan e Renato Bolsonaro, para a Câmara. A família amplia sua influência institucional mesmo com Jair Bolsonaro inelegível e preso, conforme a reportagem.

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No fim, a urna não entrega só vencedores: ela redefine quem terá força para aprovar leis, barrar projetos e pressionar instituições. E, com o Congresso mais poderoso, políticas que afetam a vida real vão depender ainda mais de negociação e cobrança pública.

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