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Uma diferença de 1,87 ponto no 1º turno e um Congresso redesenhado: o segundo turno de 25 de outubro promete decisões decisivas para o Brasil. 🗳️🧵

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O 1º turno de 2026 terminou com uma disputa raríssima na história recente: segundo a apuração citada pela BBC, Flávio Bolsonaro (PL) teve 47,03% e Lula (PT), 45,16%. São 1,87 ponto percentual de diferença. O Brasil vai decidir no voto em 25 de outubro. 🗳️🧵

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A distância foi de cerca de 2,2 milhões de votos — o pleito mais apertado desde a redemocratização, segundo a reportagem. Em uma eleição tão equilibrada, cada região, proposta e diálogo com quem ainda está indeciso ganha peso enorme.

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O resultado também redesenhou o Congresso. O PL elegeu 19 senadores e deve chegar a 28 cadeiras na Casa ao somar os mandatos em curso. Na Câmara, a sigla seguirá como a maior bancada: 121 deputados, 24 a mais que em 2022.

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Isso importa porque a Presidência não governa sozinha. Orçamento, leis, investimentos em saúde, educação, transição energética e proteção ao trabalho dependem de negociação entre Executivo e Parlamento. A nova composição torna o diálogo institucional ainda mais central.

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Nos Estados, o PL elegeu cinco governadores e ainda pode ampliar esse número no 2º turno. O PT venceu três governos, todos no Nordeste. O mapa mostra um país plural, com prioridades locais diferentes e espaço para pactos nacionais mais amplos.

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A chamada “onda azul” fortalece o PL, mas não encerra a disputa: 45,16% para Lula revelam uma base eleitoral muito competitiva. O segundo turno abre uma oportunidade concreta para que os dois campos apresentem respostas claras sobre custo de vida, emprego e serviços públicos.

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A boa notícia democrática é esta: uma eleição apertada reforça o valor de cada voto e exige responsabilidade de todos. Até 25 de outubro, o desafio será transformar polarização em debate útil — com respeito às diferenças e propostas que alcancem quem mais precisa.

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