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Em agenda em Goiânia, o candidato do PL vinculou uma eventual maioria no Legislativo a mudanças constitucionais e pautas de segurança pública. 🏛️

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🏛️ Flávio Bolsonaro (PL) afirmou, em Goiânia, que pretende usar a maioria que diz ter conquistado no Congresso para mudar a Constituição Federal, caso vença a disputa pelo Planalto. 🧵

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Segundo o candidato, o PL teria força no Senado e na Câmara para eleger os presidentes das duas Casas e avançar em sua agenda. Alterações constitucionais, porém, exigem PEC aprovada em dois turnos por 3/5 dos votos de deputados e senadores.

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A fala ocorreu no anúncio do apoio de Ronaldo Caiado (PSD) no segundo turno. Flávio defendeu a união de partidos de direita contra o PT; a federação União Brasil-PP também formalizou apoio, segundo a reportagem.

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O texto informa que o PL projeta bancada de 28 senadores em 2027 e 121 deputados federais. Mesmo a maior bancada não decide sozinha: votações constitucionais dependem de negociação ampla e dos quóruns qualificados do Congresso.

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Flávio também citou o comando do Legislativo e prerrogativas como sabatinas de indicados pelo Executivo e processos de impeachment de ministros do STF. São instrumentos previstos na Constituição, com regras e etapas próprias.

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Na área de segurança, ele reiterou propostas como reduzir a maioridade penal, criar mais de 500 mil vagas prisionais e elevar penas para chefes de facções. Especialistas costumam apontar que políticas de segurança exigem prevenção, investigação e controle do sistema prisional.

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A discussão vai além da eleição: mudar a Constituição é uma das decisões mais relevantes do país e requer maioria qualificada, debate público e atenção aos direitos fundamentais. O tamanho das bancadas importa — mas os limites institucionais também.

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