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Em São Paulo, produtores e empresas se reúnem com compradores chineses para tentar transformar diversidade do campo em novos negócios. 🌾🇧🇷🇨🇳

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Cerca de 40 empresas brasileiras sentaram-se frente a frente com compradores chineses em São Paulo — e a conversa não era só sobre soja e carne. 🌾🇨🇳🧵

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A rodada, promovida por CNA e Faesp dentro do Projeto agroBR, ocorreu nos dias 8 e 9 de setembro. A missão: conectar produtores e empresas rurais a quem pode levar seus produtos para o varejo chinês.

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O cenário já é gigante: a China é o principal parceiro comercial do Brasil. Mas, para a CNA, o próximo capítulo não pode depender apenas das commodities tradicionais.

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Na mesa, a ambição é colocar produtos de maior valor agregado nas prateleiras chinesas. É a diferença entre exportar matéria-prima e disputar espaço com marca, qualidade, processamento e origem reconhecida.

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A previsão era realizar até 72 reuniões comerciais. De um lado, demandas concretas de importadores; do outro, negócios brasileiros que muitas vezes ainda são pouco conhecidos fora do país.

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O agroBR, parceria da CNA com ApexBrasil e Sebrae, mira especialmente pequenos e médios produtores. Abrir canais internacionais pode ajudar a distribuir melhor as oportunidades de exportação, hoje concentradas em grandes cadeias.

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A comitiva chinesa incluiu JiaCheng Lu, da Better Solutions, e Liu Kai, cofundador da rede varejista HotMaxx. O desafio agora é fazer as conversas de São Paulo virarem contratos duradouros.

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A rodada deixa uma lição de negócios: diversificar exportações não é apenas vender mais. É reduzir dependências, agregar valor ao que o Brasil produz e criar caminhos para mais empresas chegarem ao mercado global.

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