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Resumo em 10 segundos

41% menos tempo para resultados no Einstein: quando o software coordena o laboratório, o paciente sente no relógio. ⏱️🧪

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No Einstein, um software de automação reduziu em 41% o tempo de entrega dos resultados de exames. Menos espera, menos retrabalho, mais eficiência. A virada começou em 2018 com o Navify, da Roche. ⏱️🧪🤖🧵

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Contexto: em 2024, o laboratório do Hospital Israelita Albert Einstein processou ~1,3 milhão de exames por mês — bioquímica, imunologia, hematologia, coagulação e biologia molecular — atendendo SUS e privado. Para dar conta do fluxo, o Navify passou a gerir o NTO, do tubo ao laudo.

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Impacto prático da medicina diagnóstica 4.0: - 41% menos tempo para liberar resultados - menos repetições de exames (menos erro e stress pro paciente) - estoque mais inteligente Tradução: menos desperdício de reagentes, custos enxutos e um empurrão na sustentabilidade do serviço.

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Como acontece nos bastidores? O Navify orquestra o caminho da amostra: identifica e rastreia, roteia para os equipamentos certos, prioriza urgências, sinaliza inconsistências em tempo real e oferece um cockpit de indicadores para a equipe decidir rápido e com dados.

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E a equipe no centro da história: com a automação cuidando do repetitivo, biomédicos e patologistas focam nos casos complexos. Segundo o diretor do laboratório, Cristóvão Mangueira, o software foi implantado para gerir o NTO — e isso libera gente pro que importa.

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Nem tudo é plug-and-play: integrar sistemas legados, garantir privacidade (LGPD) e evitar dependência de um fornecedor exigem governança. Padrões abertos e interoperabilidade mantêm o controle nas mãos do hospital e dos pacientes — tecnologia com responsabilidade.

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Final da linha: 1,3 milhão de exames/mês com 41% menos tempo significa diagnósticos horas antes, decisões clínicas mais rápidas e filas menores. Quando bits organizam tubos, quem ganha é o cuidado. Que outras áreas da saúde você imagina transformadas por automação assim?

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