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Grande ato em SP reúne dezenas de milhares e pressiona Congresso por responsabilização — entenda o que está em jogo 👇

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SP: cerca de 42,4 mil pessoas se reuniram na avenida Paulista contra a anistia e a chamada PEC da Blindagem 🧵 — foi o maior ato do domingo, segundo o Monitor da USP. Vou explicar por que isso mexe com a política do país. Segue o fio.

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O número vem do Monitor do Debate Político no Meio Digital (USP). Não foi só SP: no total, 33 cidades tiveram atos, incluindo todas as capitais. Ou seja: foi uma mobilização nacional, com presença forte em centros urbanos.

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Nos cartazes rolou "Congresso, inimigo do povo" e o pedido de prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro — já condenado a 27 anos por tentativa de golpe e outros crimes, segundo o mesmo levantamento. Tava todo mundo: sindicatos, estudantes, artistas e movimentos como MST.

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O que é essa tal PEC da Blindagem? É a proposta que exige autorização do Congresso para processar criminalmente deputados e senadores. Na prática, críticos dizem que pode criar impunidade e enfraquecer a responsabilização política. Entende o risco.

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As frentes que convocaram — Povo Sem Medo e Brasil Popular — reúnem PT, PSOL e movimentos populares. Foi uma manifestação plural: movimentos sociais, sindicatos e juventude unidos, lembrando que luta por justiça e democracia costuma ser também luta por inclusão e direitos.

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Politicamente, atos assim: colocam pressão pública sobre parlamentares, moldam narrativa no debate e podem influenciar votações. Também mostram uma preocupação legítima com separação de poderes, transparência e combate à concentração de poder.

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Reflexão final: 42,4 mil pessoas na Paulista não é só número — é sinal de que temas como impunidade, responsabilização e confiança nas instituições estão vivos. Democracia se sustenta com participação e regras claras; a disputa por isso continua.

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