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Entre denúncias, mortes e ataques, o governo anuncia uma resposta federal para impedir que divergência eleitoral vire violência. 🗳️

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45 episódios de violência política, incluindo 10 homicídios, levaram o governo federal a reforçar as investigações após o 2º turno. A mensagem anunciada foi direta: disputa eleitoral não pode virar licença para atacar ou matar. 🗳️🧵

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Os casos teriam sido registrados entre sábado (24) e a noite de domingo (25), após a proclamação do resultado presidencial. Segundo o governo, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Santa Catarina concentram mais ocorrências.

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Na coletiva, o ministro Guilherme Boulos resumiu o ponto central: numa democracia, alguém vence e alguém perde — mas nenhum resultado autoriza agressões. A apuração, disse ele, busca romper com a expectativa de impunidade.

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A resposta prevista envolve inquéritos da Polícia Federal para crimes eleitorais, violência política de gênero e violações de direitos humanos. Denúncias também podem seguir à PGR e às corregedorias quando houver suspeita de envolvimento policial.

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O Ministério da Justiça afirma que há ocorrências de naturezas diferentes: racismo, lesão corporal, violência física e homicídios. Investigar cada uma com rigor é essencial para que proteção política alcance mulheres, minorias e qualquer pessoa ameaçada por suas escolhas.

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A ofensiva também mira o ambiente digital, com aplicação do Marco Civil da Internet sobre conteúdos e redes que alimentem violência. O teste agora é transformar anúncio em investigação transparente, responsabilização e prevenção — antes que o próximo ataque aconteça.

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