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Resumo em 10 segundos

Menos dogma, mais ciência: como a nutrição esportiva evoluiu na última década e o que isso muda pra performance e pra quem treina 🧠🥗

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A nutrição esportiva mudou muito em 10 anos: menos radicalismo, mais ciência — e isso veio com insights práticos que mudam treino e resultado, diz a nutricionista Tayanne Malafaia ⚡️🧵

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1) Individualização > receita pronta. Antes havia 'dietas do atleta' universais. Hoje a ciência mostra que modalida­de, genética, fase do treino e até condição socioeconômica pedem ajustes específicos — ninguém é fórmula.

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2) Carboidratos não são vilões. Para treinos longos/intensos eles são combustível essencial. Restringir por moda pode reduzir rendimento — a palavra-chave agora é contexto e periodização do treino.

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3) Proteína: o total diário importa mais que o mito do 'shake mágico' no pós-treino. Distribuir proteína ao longo do dia ajuda recuperação, mas obsessão com janelas anabólicas perdeu força.

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4) Suplementos escolhidos por evidência. Creatina, cafeína e beta‑alanina têm suporte; fórmulas milagrosas, quase nunca. Tayanne lembra: priorizar comida de verdade e segurança é regra nº1.

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5) Mais pesquisa com diversidade. A ciência vinha excluindo mulheres e outras populações; nos últimos anos esse gap diminuiu, o que melhora protocolos e traz mais justiça e eficácia na prática clínica.

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6) Sustentabilidade e acesso importam. Nutrição esportiva hoje debate impacto ambiental e disponibilidade de alimentos — opções baseadas em plantas e políticas públicas podem unir performance, saúde e justiça social. Reflexão final: evoluir é alinhar ciência, ética e inclusão.

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