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📚 A Bienal de SP bateu recorde de público, e o Senado levou 250 títulos ao evento. Mas como medir o retorno de aproximar cidadãos das instituições?

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A Bienal do Livro de SP recebeu recorde de 760 mil visitantes — e o Senado levou cerca de 250 títulos sobre história, legislação e política. 📚🧵 Mas a pergunta financeira é: informação pública acessível deve ser vista como custo ou investimento?

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Em um evento com 269 expositores e mais de 3,5 milhões de livros ofertados, o Senado não foi apenas vender publicações: apresentou Biblioteca, Arquivo e e-Cidadania. Quanto vale facilitar o acesso do cidadão a leis, dados e participação política?

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O debate vai além das estantes. Recursos públicos aplicados em edição, preservação e distribuição de conhecimento podem ampliar autonomia — inclusive para quem não teve acesso fácil a livros, formação política ou instituições. O retorno aparece onde?

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Sem dados sobre o custo da participação e seus resultados, fica difícil avaliar eficiência. Quantas pessoas conheceram o e-Cidadania? Quantas publicações chegaram a escolas, bibliotecas e periferias? Transparência também é parte do investimento público.

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A coleção Escritoras do Brasil recupera 12 obras de autoras pouco reconhecidas entre os séculos 18 e 20. Não é só memória cultural: quem decide o que é republicado, estudado e financiado? Diversificar vozes também corrige distorções históricas.

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760 mil visitantes mostram a força da leitura como porta de entrada para cidadania. Mas o desafio começa depois da Bienal: conhecimento institucional pode ficar restrito a grandes eventos ou precisa circular o ano inteiro, de forma gratuita e acessível?

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