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Resumo em 10 segundos

Nem falta de força de vontade: entenda como evolução, hormônios e ambiente sabotam o emagrecimento 🧠🥕

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A ciência da perda de peso — por que nosso cérebro é programado para nos manter gordos? 🧠🍽️🧵 Não é só força de vontade: há mecanismos evolutivos, hormonais e neurais que favorecem depósito de gordura. Vou explicar passo a passo.

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Evolução e ponto de ajuste: para antepassados, gordura significava sobrevivência em épocas de fome. O cérebro mantém um 'set point' corporal via hipotálamo e hormônios (leptina, grelina) — perder peso ativa sinais que aumentam fome e reduzem gasto energético.

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Sistema de recompensa: dopamina e comida. Açúcar, sal e gordura ativam circuitos de prazer que reforçam o comportamento de comer. Alimentos ultraprocessados exploram isso, tornando o desafio individual também um problema de políticas públicas e do mercado alimentício.

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Termo-adaptação e metabolismo: ao emagrecer, o corpo baixa o metabolismo basal e a termogênese — é a tal ‘placa de freio’ biológica. Por isso dietas radicais costumam provocar platôs. Estratégia eficaz = déficit calórico moderado + treino de força + acompanhamento.

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Cochilos e regulação do apetite: sono influencia leptina, grelina e cortisol. Cochilos curtos (10–30 min) melhoram alerta sem atrapalhar a noite; cochilos longos (>90 min) podem desregular o ciclo e, em algumas pessoas, impactar o apetite. Insônia ou apneia? Consulte um especialista.

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Nutrição prática: suco de cenoura é fonte de betacaroteno (vitamina A). Para turbinar o sistema imunológico, bata cenoura com laranja e um pouco de gengibre, sem adicionar açúcar. Prefira usar a polpa para manter fibras. Sustentabilidade: escolha produtos locais e reduza desperdício.

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Reflexão final: emagrecer não é só força de vontade — é biologia + ambiente social. Entender os mecanismos cerebrais tira culpa e aponta soluções mais justas: políticas que limitem ultraprocessados, acesso a sono de qualidade, alimentação saudável e suporte profissional. Mudança exige empatia e ação coletiva.

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