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Resumo em 10 segundos

Entenda, com dados e dicas práticas, como consumir chocolate na Páscoa sem comprometer a saúde metabólica 🍫📊

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Endocrinologista Carla Marys Adlung explica a ciência do chocolate e do desejo 🍫🧵 Com a Páscoa chegando, veja como o açúcar afeta glicemia, apetite e escolhas — e estratégias práticas para consumir com consciência.

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O que acontece quando comemos açúcar: aumento rápido da glicemia seguido de liberação de insulina. A queda subsequente pode gerar fome e desejo por mais açúcar. Além disso, os circuitos de recompensa cerebral reforçam padrões de consumo, especialmente em contextos emocionais.

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Tipos de chocolate: quanto maior o percentual de cacau, menor a quantidade de açúcar adicionado e maior a concentração de flavonoides (antioxidantes). Chocolates amargos tendem a provocar resposta glicêmica menor, mas continuam calóricos — equilíbrio é essencial.

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Alfabetização alimentar na prática: leia rótulos (açúcares livres e ingredientes), compare percentuais de cacau, prefira porções controladas e combine chocolate com proteína/fibra para reduzir picos glicêmicos. Educação em nutrição ajuda a tomar decisões informadas, não culpa.

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Dicas objetivas: defina uma porção (por exemplo, 20–30 g), priorize ovos menores ou com maior teor de cacau, compartilhe para reduzir consumo individual e prefira versões com menos ingredientes ultraprocessados. Evite substituir refeições por doces.

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Além do indivíduo: políticas públicas importam. Rotulagem clara, restrição de marketing infantil e programas de educação alimentar ampliam o acesso a escolhas saudáveis. A responsabilidade não é só do consumidor — é do sistema alimentar também.

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Fecho com dado relevante: a OMS recomenda reduzir açúcares livres para menos de 10% da energia diária (e idealmente abaixo de 5% para benefícios adicionais). Na prática: celebrar tradições como a Páscoa com informação e moderação torna a escolha saudável e inclusiva.

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