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🥩🍗 Mais demanda, rebanho menor e consumidores atentos à saúde: a proteína virou uma disputa bilionária — e o frango ganha espaço pelo preço.

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🥩🍗 A fome por proteína está mudando o mercado americano — e criando uma nova disputa entre carne bovina, frango e ovos. Com rebanho menor e demanda aquecida, os bifes ficaram mais caros; o frango avança pela acessibilidade. 🧵

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O bife nos EUA chegou perto de US$ 13 por libra (454 g), enquanto a carne moída se aproxima de US$ 7. Em um ano, o preço dos bifes subiu 3,5%; em dois, 16,6%. Para o setor, é sinal de demanda forte por produtos premium.

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A explicação passa por uma mudança de hábitos: mais americanos buscam proteína para saciedade, condicionamento e preservação de massa muscular — inclusive entre usuários de medicamentos GLP-1. A indústria está respondendo até com proteína em cereais e macarrão.

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Mas há um limite importante: carne bovina de alta qualidade virou um item cada vez menos acessível. Quando a renda aperta, preço pesa mais que preferência — e marcas, varejistas e produtores precisam equilibrar margens com opções para públicos diversos.

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É aí que o frango ganha força. Frango inteiro custa cerca de US$ 2 por libra nos EUA, bem abaixo da carne bovina. Barato, versátil e já líder entre as proteínas animais, ele se beneficia diretamente da busca do consumidor por economia.

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A projeção é de 27 kg de carne bovina por americano neste ano, acima dos 25 kg registrados em 2014. O recado para o mercado é enorme: haverá espaço para produtos premium, mas inovação, eficiência e oferta acessível serão decisivas para conquistar volume.

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O mercado de proteínas não está apenas crescendo: está se sofisticando. Quem combinar preço justo, qualidade, conveniência e cadeias produtivas mais eficientes terá vantagem nessa corrida — da fazenda à prateleira. 📈

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