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Resumo em 10 segundos

📈 Eduarda Campopiano colocou o Bitcoin no centro do discurso político. A fala abre um debate necessário sobre autonomia financeira, risco e regulação. 🧵

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Eduarda Campopiano, apontada pelo Livecoins como a deputada estadual mais votada da história de SP, já definiu Bitcoin como “legítima defesa” contra incertezas políticas e econômicas. 📈🧵

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Em vídeo citado pela reportagem, ela diz comprar BTC com o marido e recomenda a famílias adquirirem “R$ 1, R$ 10, R$ 100” para proteção patrimonial. A mensagem é simples: reduzir dependência de decisões de governos e bancos.

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Há uma ideia poderosa aí: o Bitcoin permite posse direta de um ativo digital, sem precisar de autorização bancária. Mas autonomia exige prática: guardar chaves, entender golpes, volatilidade e declarar corretamente os ativos.

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O ponto mais questionável é afirmar que “quanto pior o país, mais vale” o Bitcoin. BTC pode funcionar como alternativa em cenários de inflação e controles de capital, mas seu preço é global, volátil e não sobe automaticamente em toda crise local.

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Segundo o movimento Juntos por Cripto, só 8% dos candidatos nas eleições de 2026 teriam apresentado propostas para o setor. Esse vazio ajuda a explicar por que frases de efeito ocupam espaço onde deveria haver debate técnico.

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A discussão madura não é Bitcoin versus Estado. É como garantir inovação, concorrência e acesso sem deixar pequenos investidores expostos a fraudes ou concentrar o mercado em grandes plataformas. Educação financeira e regras claras importam tanto quanto autocustódia.

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Quando uma figura política com grande alcance fala de Bitcoin, o tema deixa de ser nicho. A questão é se o debate público vai além do medo e da promessa de valorização — e passa a explicar, com honestidade, riscos, direitos e responsabilidades.

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