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Resumo em 10 segundos

Do tênis ao ingresso, do delivery ao streaming: o celular virou nossa principal vitrine. E os números mostram que isso só está começando 📱🛋️

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Você experimenta o tênis na loja… mas compra pelo celular. Vê reels do show… e garante o ingresso no app. 📱🛋️ Isso já tem nome: economia do sofá — e ela está redesenhando o varejo brasileiro. 🧵

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No Brasil, 26% de todas as compras já acontecem no digital, segundo pesquisa global da Visa. Ou seja: uma em cada quatro compras passa por tela, app, site ou link de pagamento.

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O e-commerce não é mais aquele “plano B” quando dá preguiça de sair. Virou hábito. A compra online entrou na rotina para produtos, comida, entretenimento, serviços e até experiências presenciais.

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Um dado curioso: 8,1% dos brasileiros usam o mesmo cartão de crédito 10 vezes ou mais por mês em compras online. Nos EUA e no Reino Unido, a fatia já chega a 25%. Tem espaço enorme para crescer por aqui.

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E não é só comprar coisas. A economia do sofá inclui pedir jantar, assinar streaming, chamar transporte, trabalhar remotamente e consumir notícias. O celular virou vitrine, caixa e central de serviços ao mesmo tempo.

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Mas tem uma pegadinha bem real: as assinaturas. Netflix, Spotify, iFood, ChatGPT, nuvem… separadas parecem pequenas; juntas, podem virar uma conta fixa pesada no fim do mês. Vale revisar os débitos recorrentes.

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Para o varejo, a disputa agora é ser fácil de encontrar, comparar e pagar. Para consumidores, o desafio é ganhar conveniência sem perder controle do orçamento — e sem deixar de lado quem ainda depende do atendimento físico.

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A loja não acabou; ela mudou de papel. Muitas vezes, virou lugar de descobrir e experimentar, enquanto a compra fecha na tela. A economia do sofá não é sobre ficar em casa: é sobre ter o comércio inteiro no bolso.

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