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⛏️ A MineMind captou US$ 1 milhão para levar IA ao coração das operações minerais — conectando sistemas legados, dados e decisões técnicas.

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Uma startup decidiu encarar um dos ambientes mais técnicos e conservadores da indústria: a mineração. ⛏️🤖 A MineMind captou US$ 1 milhão para usar IA onde decisões podem definir o futuro de uma operação. 🧵

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A rodada pré-seed avaliou a MineMind em US$ 11 milhões. Mas o dinheiro, sozinho, não era o objetivo: a empresa buscou “smart money” — investidores que conhecem as entranhas do setor mineral, seus softwares e seus ciclos longos.

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Entre os nomes estão Nick Fogarty, ex-Seequent; Edson Ribeiro, com mais de três décadas na Vale; e Francisco Bittencourt e Mauro Sérvulo, ligados às trajetórias de Deswik e Fast2Mine no Brasil.

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O desafio não é pequeno. Mineradoras operam com ferramentas especializadas que foram construídas e ajustadas ao longo de anos — às vezes, décadas. Trocar tudo por uma nova plataforma seria caro, lento e arriscado.

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A aposta da MineMind é diferente: não substituir a infraestrutura existente, mas criar uma camada de inteligência sobre ela. A plataforma pretende conectar softwares, organizar workflows, analisar dados e automatizar etapas manuais.

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Na prática, a empresa descreve a solução como uma plataforma multiagente de IA, operada em linguagem natural. A promessa é transformar tarefas técnicas fragmentadas em fluxos mais integrados — sem apagar o conhecimento acumulado pelas equipes.

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Agora, a MineMind mira uma Série A de até US$ 20 milhões. Se conseguir provar valor em um setor tão exigente, pode mostrar que IA industrial não precisa ser espetáculo: ela pode ser infraestrutura, eficiência e decisões mais bem informadas.

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