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Da pia à rota de coleta: projeto da UFMS e da Óleoponto usa IA para combater um resíduo que pode contaminar até 25 mil litros de água por litro. 🌱🤖

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Um litro de óleo de cozinha jogado no ralo pode contaminar até 25 mil litros de água. Agora, uma equipe da UFMS e a startup Óleoponto quer usar IA para impedir que esse resíduo chegue aos rios. 🤖🌱 🧵

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A história começa em um problema cotidiano: depois da fritura, muita gente não sabe onde descartar o óleo. Os pontos de entrega são escassos, a coleta é irregular e o material, que poderia virar biodiesel, acaba no esgoto.

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Foi para atacar esse gargalo que nasceu o ÓleoBot, módulo de IA desenvolvido pela Faculdade de Computação da UFMS em parceria com a Óleoponto, fundada por Zadrik José Pereira Mendonça.

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Em vez de esperar os recipientes transbordarem ou mandar caminhões “no escuro”, o sistema prevê quanto óleo cada ponto deve gerar nos próximos 30 dias. Assim, a coleta pode ser programada antes do desperdício — e do vazamento.

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A segunda missão do ÓleoBot é desenhar rotas melhores para quem recolhe o material. A meta é superar em pelo menos 85% a eficiência dos modelos convencionais, reduzindo viagens desnecessárias, custos e emissões.

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Não é só uma questão de algoritmo: rastreabilidade ajuda a criar uma cadeia mais confiável. O óleo deixa de ser um passivo ambiental e passa a ser matéria-prima para biocombustíveis, com potencial de fortalecer a economia circular.

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O projeto conquistou o 3º lugar no Desafio Inovação Pantanal Tech 2026. A aposta é criar uma infraestrutura digital capaz de tornar a coleta residencial mais simples, acessível e escalável — onde ela hoje quase não existe.

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Tecnologia útil nem sempre começa com algo futurista. Às vezes, começa com uma garrafa de óleo na cozinha e uma pergunta prática: como transformar um descarte invisível em recurso sem deixar a conta ambiental para depois?

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