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Resumo em 10 segundos

🌕 A NASA relembrou sua vantagem histórica, mas a China já coleciona feitos que mudaram a corrida lunar. O próximo capítulo pode começar em 2028. 🧵

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A NASA usou o próprio passado para medir o salto da China rumo à Lua — e a disputa ganhou tom de provocação. 🌕🚀 Enquanto Washington prepara a Artemis III, Pequim mira uma presença permanente no satélite natural. 🧵

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Na coletiva da Artemis III, o administrador Jared Isaacman lembrou: o primeiro voo orbital tripulado chinês foi em 2003. Quando isso aconteceu, os EUA já tinham realizado seis pousos tripulados na Lua e 113 missões de ônibus espacial.

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A comparação busca destacar a liderança histórica americana. Mas a história não parou nos anos Apollo: em apenas duas décadas, a China construiu uma capacidade espacial que hoje não cabe mais na ideia de um programa “iniciante”.

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Nos últimos cinco anos, a estação Tiangong começou a operar como laboratório em órbita. E uma missão chinesa trouxe as primeiras amostras da face oculta da Lua — região que nunca tinha sido amostrada e devolvida à Terra.

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Do outro lado, a Artemis III deve testar encontro e acoplagem, em órbita baixa da Terra, com módulos de pouso comerciais. É um ensaio decisivo para levar astronautas de volta à superfície lunar, meta prevista para 2028.

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A China fala em uma instalação permanente na Lua até 2040; os EUA prometem seu próprio posto avançado. Mais que uma corrida por bandeiras, o desafio é transformar cooperação científica, segurança e regras claras em parte da nova era lunar.

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