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Resumo em 10 segundos

Uma estudante da UFRB criou um caminho mais simples para encontrar tecnologia assistiva. ♿📱

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Uma estudante da Bahia decidiu enfrentar uma barreira invisível: saber que precisa de ajuda para usar a tecnologia, mas não saber nem por onde começar. ♿📱🧵

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Foi dessa pergunta — “qual recurso pode me dar mais autonomia agora?” — que nasceu o EngeTecca Conecta, criado por Laissa Soares, estudante de Engenharia de Tecnologia Assistiva e Acessibilidade da UFRB.

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A lógica é direta: a pessoa descreve sua necessidade e a plataforma indica possíveis tecnologias assistivas. Em vez de exigir que o usuário conheça termos técnicos, o caminho parte da experiência real de quem está buscando apoio.

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A busca pode ser organizada por contextos como escola, trabalho, mobilidade e tarefas do dia a dia. Também considera categorias de deficiência — um detalhe essencial, porque acessibilidade não é uma solução única para todas as pessoas.

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Entre as opções estão leitores de tela, teclados adaptados, engrossadores para escrita e mouses controlados pelo movimento da cabeça. Recursos que podem transformar uma tarefa cotidiana em uma experiência mais independente.

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Mas a história não termina na indicação de ferramentas. Os testes com usuários já ajudaram a apontar melhorias, e a proposta é crescer com pessoas com deficiência, familiares e profissionais que conhecem essas necessidades na prática.

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Laissa também quer criar uma área para profissionais organizarem e gerenciarem as tecnologias usadas em seus atendimentos. A ideia ainda está em construção, pensada para caber na rotina intensa de quem atende muita gente.

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Tecnologia assistiva não é um extra: é infraestrutura para autonomia. Quando informação acessível encontra escuta de quem vive as barreiras, inovação deixa de ser promessa e vira acesso de verdade.

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