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Resumo em 10 segundos

Calor e chuva reacendem o alerta contra dengue, zika e chikungunya. A batalha começa, muitas vezes, no quintal de casa. 🦟

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A primavera trouxe dias quentes, chuva e um visitante que ninguém convidou: o Aedes aegypti. 🦟 Entre outubro e maio, o risco de dengue, zika e chikungunya cresce — e autoridades reforçam o combate. 🧵

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A história costuma começar de modo quase invisível: uma tampa esquecida, uma calha cheia, um copo no quintal. Basta água parada para o mosquito encontrar um berçário. E a maioria dos focos está dentro ou perto das casas.

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No Rio de Janeiro, onde as arboviroses já deixaram marcas em muitas famílias, a vigilância ganha urgência com as chuvas. Segundo o virologista Felipe Naveca, da Fiocruz Amazônia, qualquer reservatório com água pode virar criadouro.

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Os sinais também pedem atenção: dengue pode causar febre alta, dor no corpo e atrás dos olhos — e evoluir para formas graves. A chikungunya provoca dores articulares intensas, às vezes por meses. Zika preocupa especialmente na gestação.

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Enquanto equipes de saúde visitam imóveis, monitoram focos e aplicam larvicidas em áreas estratégicas, há uma frente que depende de todos: a inspeção semanal. Caixa-d’água, pneus, vasos, garrafas, calhas e ralos merecem checagem.

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Combater o Aedes não é uma tarefa solitária: exige serviços públicos presentes, informação acessível e cuidado coletivo. Cinco minutos por semana para eliminar água parada podem interromper uma cadeia de transmissão antes que ela comece.

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