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Resumo em 10 segundos

Tribunais estão desenhando uma ação regional para combater exploração e tráfico — e transformar resgate em recomeço. ⚖️

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O combate ao trabalho escravo está ganhando um novo mapa no Judiciário brasileiro. ⚖️🧵 O CNJ reuniu tribunais por região para coordenar ações contra exploração laboral e tráfico de pessoas — crimes que também corroem a economia e a dignidade de quem trabalha.

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A história começa longe dos gabinetes: em pessoas aliciadas, isoladas, endividadas ou submetidas a jornadas degradantes. Quando a exploração vira modelo de negócio, ela reduz custos ilegalmente e prejudica empresas e trabalhadores que cumprem as regras.

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Por isso, o Fórum Nacional do Judiciário para monitorar essas demandas, o Fontet, iniciou uma rodada de cinco reuniões regionais. A ideia é simples, mas decisiva: ouvir quem conhece os gargalos locais antes de definir metas nacionais.

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Sul e Nordeste abriram os encontros em 26 de outubro. O Sudeste se reúne em 9 de novembro; Norte, em 11; e Centro-Oeste, em 23. Ao fim da agenda, os comitês devem consolidar prioridades, responsáveis e prazos para o próximo ciclo de trabalho.

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Não se trata apenas de punir depois do crime. Em Mato Grosso, uma visita técnica destacou o Projeto Ação Integrada: acolhimento, qualificação profissional e inclusão produtiva para pessoas resgatadas. Recomeçar com renda é parte essencial da proteção.

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A coordenação regional pode conectar prevenção, fiscalização, responsabilização e apoio às vítimas. O desafio agora é fazer o plano sair do papel e chegar aos territórios onde a exploração ainda se esconde. Trabalho digno não pode ser vantagem competitiva de ninguém.

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