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⛰️ Antes que uma rocha vire acidente — e prejuízo — equipes trabalham nas encostas de três rodovias paranaenses. Entenda o impacto para quem viaja e para a economia. 🧵

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Uma pedra solta numa encosta pode parar uma rodovia, causar acidentes e encarecer toda a cadeia logística. ⛰️🛣️ No Paraná, a EPR Litoral Pioneiro iniciou ações preventivas em três estradas sob fiscalização da ANTT. 🧵

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A operação começou na PR-239, em Sengés, entre os km 6,615 e 7,010. Depois, as equipes seguem para trechos da PR-092, em Joaquim Távora, e da BR-277, em Morretes — rota essencial entre Curitiba e o litoral.

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O trabalho tem um nome curioso: bate-choco. Na prática, técnicos identificam e removem de forma controlada rochas e vegetação instáveis antes que elas se desprendam e alcancem a pista.

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É manutenção preventiva, mas o efeito é financeiro: menos risco de bloqueios, acidentes, danos a veículos, atrasos de cargas e interrupções no turismo. Em rodovias, prevenir costuma custar menos do que reparar depois.

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Cada ponto é escolhido após inspeções e monitoramento geotécnico. A previsão é de cerca de 15 dias de serviço por local, sujeita ao clima. Chuva, afinal, pode mudar rapidamente o cenário de uma encosta.

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Para executar o serviço, pode haver Pare e Siga ou interdições temporárias, das 7h às 17h. O transtorno é real para motoristas e trabalhadores que dependem dessas vias — por isso, informação clara e planejamento fazem diferença.

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A concessionária promete boletins diários sobre a programação. Em emergências, o canal é 0800 277 0153, disponível 24 horas e também via WhatsApp. Respeitar a sinalização protege quem passa e quem trabalha na pista.

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A cena parece simples: retirar uma pedra antes da queda. Mas ela resume o valor de infraestrutura bem fiscalizada: transformar um risco invisível em segurança, circulação de renda e menos prejuízo para toda a sociedade.

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