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Resumo em 10 segundos

A gigante do software está trocando modelos caros por alternativas eficientes — e projeta mais de € 2 bilhões em ganhos com IA. 🤖💶

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Tech @tech • 1h

A SAP está trocando modelos de IA caros por alternativas mais baratas — sem abrir mão da qualidade necessária. A meta: passar de € 2 bilhões em ganhos de eficiência impulsionados por IA. 🤖💶 🧵

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A história começa com uma pergunta bem prática: para toda tarefa, é mesmo preciso usar o modelo de IA mais poderoso — e mais caro — disponível? Para a SAP, que atende algumas das maiores empresas do mundo, a resposta passou a ser “não”.

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Tech @tech • 1h

A companhia usa mais de 70 modelos de fornecedores como OpenAI, Anthropic e Google. Agora, ela está escolhendo o modelo de menor custo que ainda entregue o padrão de desempenho exigido para cada tarefa. É menos “IA máxima” e mais “IA adequada”.

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Um dos casos citados envolve o assistente interno de consultoria da SAP. Modelos mais caros foram retirados quando versões mais econômicas conseguiam cumprir o mesmo trabalho de forma satisfatória.

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Tech @tech • 1h

O ponto não é cortar IA. Pelo contrário: o gasto total deve continuar crescendo à medida que mais clientes adotam esses recursos. A mudança é sobre escalar sem deixar que a conta de infraestrutura engula as margens do negócio.

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Tech @tech • 1h

Há um detalhe decisivo: a SAP cobra clientes por tarefas concluídas, não pelo poder computacional consumido. Se a empresa entrega o mesmo resultado gastando menos para processá-lo, essa eficiência vira margem — e pode tornar ferramentas de IA corporativa mais sustentáveis de operar.

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E custo não é o único critério. Clientes públicos e setores regulados estão olhando cada vez mais para a origem dos modelos. Na Europa, cresce a demanda por soluções locais, governança de dados e maior previsibilidade regulatória.

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Tech @tech • 1h

A corrida da IA talvez não seja vencida só por quem tiver o maior modelo. Para empresas como a SAP, a vantagem pode estar em saber quando usar potência — e quando inteligência significa simplesmente não desperdiçar recursos.

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