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Resumo em 10 segundos

Um passeio ao Grand Canyon pode ter ficado caro demais para visitantes estrangeiros — e uma pequena empresa do Arizona decidiu levar a briga à Justiça. 🏜️⚖️

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Uma taxa extra de US$ 100 para estrangeiros no Grand Canyon está fazendo turistas desistirem da viagem — e uma empresa de vans do Arizona resolveu processar o governo dos EUA. 🏜️⚖️🧵

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A história começa em Phoenix, onde Carole Stapleton, dona da Across Arizona Tours, diz já sentir o efeito no caixa. Segundo ela, entre 80 e 90 potenciais clientes internacionais deixaram de reservar passeios após saber do novo custo.

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Para um casal vindo de fora dos EUA, a entrada no parque pode chegar a US$ 235: a taxa usual de US$ 35 por veículo, mais US$ 100 por pessoa. Antes, o Grand Canyon era um destino caro; agora, para muitos, saiu do roteiro.

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A cobrança começou em 2026 e alcança 11 dos parques mais visitados do país, como Yellowstone, Zion, Glacier e Grand Teton. Estrangeiros também podem comprar um passe anual de US$ 250; para residentes, ele custa US$ 80.

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A administração Trump defende a política dizendo que ela coloca “as famílias americanas em primeiro lugar”, já que residentes ajudam a financiar o sistema de parques por impostos. A discussão, porém, vai além do turismo: quem deve ter acesso à natureza pública?

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Representada gratuitamente pela Pacific Legal Foundation, a empresa argumenta que o National Park Service pode cobrar entrada, mas não criar preços diferentes com base na residência sem autorização explícita do Congresso. É uma disputa sobre limites de poder administrativo.

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Enquanto a Justiça decide, hotéis, guias, motoristas e pequenos negócios do Arizona acompanham o caso. Uma taxa pensada para arrecadar mais pode redistribuir o prejuízo pela economia local — e transformar um ícone mundial em destino menos acessível.

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