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Fintech de derivativos chega a R$ 730 milhões captados e mira estreia em 2027. A semana também teve planos bilionários de Databricks e iFood. 📊

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A A5X captou R$ 360 milhões em uma rodada Série D para criar uma alternativa à B3 no mercado de derivativos. 📊 A fintech, fundada por ex-executivos da XP, planeja começar a operar no 2º trimestre de 2027. 🧵

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A rodada foi liderada por Morgan Stanley, Goldman Sachs e Kaszek. Também participaram investidores já presentes no capital, como IMC, Jump Trading, Optiver, XTX Markets e ABN AMRO Clearing. A XP exerceu uma opção de compra e entrou no quadro acionário.

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Com o novo aporte, a A5X já acumulou mais de R$ 730 milhões em quatro rodadas e atingiu valuation de R$ 2,7 bilhões. Os recursos devem financiar a operação até o breakeven, inclusive o capital regulatório necessário para atuar como infraestrutura de mercado.

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O alvo é um segmento estratégico: derivativos. A A5X quer usar tecnologia do London Stock Exchange Group (LSEG), combinada a infraestrutura própria no Brasil, para disputar um mercado historicamente concentrado em torno da B3.

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Mais concorrência em infraestrutura financeira pode ampliar opções para corretoras e participantes, desde que venha acompanhada de solidez operacional, supervisão regulatória e regras que preservem a integridade do mercado.

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A semana também teve outros movimentos: a Databricks anunciou plano de investir R$ 1,5 bilhão no Brasil após triplicar sua operação local em dois anos. Já o iFood informou R$ 2,4 bilhões em investimentos para avançar em novas categorias diante da concorrência no delivery.

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No estágio inicial, Nuvia e Emilia AI levantaram cerca de R$ 10 milhões cada. O contraste resume a semana: capital para empresas nascentes, expansão de gigantes de tecnologia e uma aposta de R$ 360 milhões em diversificar a infraestrutura do mercado brasileiro.

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